domingo, 31 de janeiro de 2016

Corrupiões vencem o 1 º Torneio de Futsal do Riacho

Antes mesmo de o Ginásio Poliesportivo Damásio Martins Pereira ser oficialmente, os atletas do Riacho o inauguraram com um Torneio de Futsal, afinal, o que torna algo oficial é a ação do povo.
No último dia 29 de janeiro, o Ginásio Poliesportivo Damásio Martins Pereira, que fica ao lado da Escola CERU, esteve movimentado o dia todo devido a esse evento tão esperado pelos atletas da comunidade.
Na verdade aconteceram dois torneios: um de veteranos e outros de jogadores regulares, o que chamamos aqui de time principal. Cada time tinha sua equipe de veteranos e outra principal. As equipes que participaram de evento esportivo foram: Velha Guarda, Corrupiões, União São João e Superação.
Os Corrupiões venceram os dois torneios, e o Superação ficou com a segunda colocação em ambos. Troféus e medalhas foram entregues aos vencedores no dia da inauguração oficial do Ginásio Poliesportivo, que aconteceu ontem, dia 30.

O Torneio foi organizado pela Escola Centro de Educação Rural (CERU), dirigido pela Diretora Tamires Cardoso, que também cedeu troféus e medalhas, além de ter feito uma linda abertura com direito aos hinos nacional e reriutabense, torcida organizada e musa para cada equipe.

Texto e fotos: João Rodrigues




















quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Mais uma publicação (Agora, em edição internacional)


Que o ano que se passou teve lá seus percalços, não se pode negar. Mas qual o ano que não tem? Mas pesando bem, foi muito positivo para mim, principalmente na área literária.
E para fechar 2015 bem, Papai Noel me trouxe um presente, embora tenha aparecido lá em casa bem depois do Natal. E que presente! Dois exemplares de minha mais recente publicação chegaram ontem em minhas mãos, direto do Rio Grande do Sul, onde participei da Antologia "Natal Prosa e Verso" - Edição Internacional, organizada por Rô Mierling, com o conto “Natal por outro ângulo”. É uma coletânea de poesias e contos natalinos escrita por 15 escritores selecionados de todo o Brasil. E para abrilhantar ainda mais este trabalho, a edição é bilíngue: português / espanhol. 


Leia o texto na íntegra, em português e espanhol.

Natal por outro ângulo
As ruas estavam enfeitadas. Lojas e shoppings decorados com árvores de Natal e milhares de luzes coloridas que piscavam intermitentemente. O clima natalino pairava no ar. Fogos de artifícios estouravam aqui e ali. Algumas pessoas ainda passavam correndo em direção ao lar. Certamente a ceia estava sendo preparada e os familiares as esperavam para a confraternização. Toda casa tinha uma mesa farta, repleta de bebidas, panetones, rabanadas e uma infinidade de guloseimas. Crianças correndo pra lá e pra cá brincando com seus presentes que o Papai Noel trouxera. Uma música animada convidava todos a uma dança. Rostos alegres distribuíam sorrisos a todos que passavam. Apesar do frio que fazia, o calor humano aquecia tudo, e para aqueles mais frientos ainda existia um casaco de peles ou uma jaqueta. Era Natal. Nada perturbava aquele clima. Todos estavam unidos pelo mesmo espírito de paz e amor.
Mas como para toda regra há uma exceção, havia alguém ali que não tinha razões para se sentir assim. Não fora contagiado pelo espírito natalino. Pois o espírito natalino não invade almas, ele tem que se deixar entrar. Para isso, o coração tem de estar alegre, e nem todos tem motivos para isso. E nem mesmo naquela alegre noite, o Pivete via razões para alegrar-se.
Para todos os lados que o Pivete olhava via cores, luzes, guloseimas, crianças brincando com brinquedos novos e coloridos. As ruas animadas contrastavam com o seu rosto triste, e seu estômago ansiava por pelo menos algumas migalhas das mesas fartas das casas abastadas. As cores e o brilho das ruas não eram suficientes para afastar a escuridão que repousava em sua alma, nem as centenas de pessoas que frequentavam ruas e praças naquela noite eram capazes de lhe oferecer um pouco de companhia.
Entrou na igreja. Lá dentro havia um presépio, e viu o menino Jesus deitado, cercado de animais e vigiado por Maria e José. Onde andariam seus pais agora? Sentou-se em um dos bancos em frente ao presépio, tentou se lembrar de seus rostos, mas apenas uma mancha passava por sua mente – a fome não o deixava pensar. Fazia frio lá fora. Sentiu um pouco de conforto com o calor das velas, com a limpeza do assoalho; o branco das paredes lhe deu uma sensação de paz. A paz que nunca havia sentido, nem mesmo quando vivia com a mãe. Teve vontade de que ela aparecesse ali. Lembrou-se dela lhe abraçando. Era um abraço gostoso... e teve vontade de abraçá-la também. Um fio de lágrima escorreu de seus olhos. Olhou outra vez para fora, viu mães segurando seus filhos pela mão, desviou o olhar, mas ao virar-se viu o menino Jesus acompanhado dos pais. Já tinha ouvido falar de Jesus, o filho de Deus. Até Ele tinha pais! Quis ser o menino Jesus, sentiu vontade de entrar no presépio, mas teve medo. Sempre tinha medo.
Algumas pessoas já começavam a chegar à igreja. Umas o olhavam, desconfiadas; outras nem mesmo sentiam sua presença. Deu uma última olhada para o menino Jesus, e sentiu uma pontinha de inveja. Mais pessoas chegavam. A igreja estava ficando cheia.
Saiu. A solidão estava lhe esperando na porta. Sentiu o frio lhe abraçar, cruzou os braços. Os sinos dobravam, anunciando o Natal. Fogos estouravam no ar, espalhando diante de seus olhos luzes coloridas. Distraiu-se um pouco. Saiu correndo para ver a queima de fogos mais de perto.
Meia-noite. Homens, mulheres e crianças se abraçavam e trocavam presentes, bebiam e comiam à vontade. Confraternizavam-se. A TV começava a apresentar a Missa do Galo. A paz, a comunhão, a solidariedade, o amor ao próximo... O clima de Natal espalhava-se pelo ar e atingia a todos, menos o Pivete, que olhava o pipocar dos fogos, indiferente. Para ele todas as noites eram iguais, pois certamente não conhecia aquelas palavras, assim como também não sabia de que forma saciar sua fome.

E saiu, sozinho, pelas tristes ruas de uma alegre noite de Natal.

NAVIDAD CON OTROS OJOS

Las calles estaban adornadas. locales e shoppings adornados con árboles de Navidad y miles de luces coloradas que brillaban intermitentemente. El clima navideño llenaba el aire. Pirotecnia explotaba aquí y allá. Algunas personas aún pasaban corriendo hacia la casa. Seguramente se preparaba la cena y los familiares las esperaban para la confraternización. En toda casa habia una mesa abundante, repleta de bebidas, panettones, rabanadas y una infinidad de golosinas. Ninõs corriendo por la casa y jugando con sus regalos que el Papá Noel les había traído.
Una música alegre les invitaba a todos para bailar. Rostros felices distribuían sonrisas a todos los que pasaban. A pesar del frío, el calor humano lo calentaba todo, y para los que sentían más frío había el abrigo de pieles o una chaqueta. Era Navidad. Nada perturbaría aquel clima. Todos estaban unidos por el mismo espíritu de paz y amor.
Pero como para todo regla hay una excepción, habia alguien ahí que no tenía razones para sentirse así. No habia sido contagiado por el espíritu navideño. Porque el espíritu navideño no invade almas, se lo tiene que dejar entrar a uno. Para ello, el corazón debe estar alegre, y no todos tienen motivos para esto. Ni en aquella noche el niño veía algo por qué alegrarse.
Adonde mirava veía colores, luces, gulosinas, ninõs que jugaban con su juguetes nuevos y colorados. Las calles animadas contrastaban con su rostro triste, y su estómago ansiaba por, por lo menos, algunas migas de las mesas llenas de las casas más favorecidas. Los colores y el brillo delas calles no eran lo suficiente para alegrar a la oscuridad que le reposaba en el alma, ni las muchas personas que pasaban por las calles y plazas aquella noche eran capaces de oferecerle un poco de compañia.
Entró a la iglesia. Adentro había un presepio, y vio al niño Jesús acostado, rodeado por animales y por Mará y José. Dónde estarían sus padres ahora? Se sentó en uno de los bancos delante del presepio, trató de recordales el rostro, pero solamente una mancha le venía en la mente - el hambre no le dejaba pensar. Hacía frío afuera.
Sentió un poco de comodidad con el calor de las velas, con la limpieza del piso; la blancura de las paredes le dio una sensación de paz. la paz que nuca había sentido, aun cuando vivía con la madre,. Tuvo ganas de que ella le apareciera ahí. Se acordó de su abrazo. Era un abrazo rico...y tuvo ganas de abrazarla. Una gota de lágrima le resbaló por la cara. Miró otra vez afuera, vio a madres que sostenían a sus hijos por la manos, desvió la mirada, pelo al volverse vio el ninõ Jesús acompañado por sus padres.
Ya había escuchado hablar de Jesús, el hijo de Dios. Hasta Él tenía padres! Queria ser el ninõ Jesús, sintió ganas de entrar en el presepio, pero tuvo miedo. Sempre tenía miedo.
Algunas personas ya llegaban a la iglesia. Unas lo miraban, desconfiadas; otras no le notaban la presencia. Le echó un último vistazo al ninó Jesús, y sintió un poquito de envidia de él. Llegaban más personas. Se llenaba la iglesia.
Salió. La soledad le estaba esperando en la puerta. Sintió el frío que le abrazaba, cruzó el brazo. Doblaban las campanas para anunciar la Navidad. La pirotecnia llenaba el aire, esparciendo frente a sus ojos luces coloradas. Se distrajo un poco. Salió corriendo para ver más cerca la pirotecnia.
Medianoche. Hombres, mujeres, niños se abrazaban y intercambiaban, bebían y comían libremente. Confraternizaban. La tele comenzaba a presentar la Misa del gallo. La paz, la comunión, la solidaridad, el amor al prójimo... El clima de Navidad se esparcía por el aire y alcanzaba a todos, menos al ninõ, que miraba la pirotecnia, indiferente. Para él todas las noches eran iguales, porque seguramente no conocía aquellas palabras, como tampoco sabía de qué manera podría saciarse el hambre.
Y salió, solo, por las tristes calles de una alegre noche navideña.

João Rodrigues

sábado, 2 de janeiro de 2016

Riacho das Flores combate a planta trepadeira


Hoje pela manhã, o Riacho começou uma tarefa árdua e importante: combater as trepadeiras (plantas nocivas e predadoras) debaixo das oiticicas que ficam às margens do riacho da comunidade. A ideia, que há tempos vinha sendo discutida por Ribamar Viana, João Rodrigues e Luiz Miró, enfim foi posta em prática.
Neste sábado, um grupo formado por Ribamar Viana, João Rodrigues, Luiz Miró, Liobino, Rui Mariano, Zé Bié e João Paulo começou o trabalho. O objetivo é eliminar as trepadeiras, predadoras naturais de carnaúbas e oiticicas. Essas plantas se enroscam nas árvores e deixam-nas sem contato com o sol, que acabam morrendo asfixiada.
O Projeto "Quero Meu Riacho Verde" tem como meta eliminar todas as plantas nocivas e proteger as margens do riacho. Outra ideia é tornar aquela área uma área de proteção ambiental, uma vez que há árvores típicas da região como emburana, juazeiro, pau d’arco (ipê), mutamba, pereiro, etc.
Quem quiser participar do Projeto, que precisa de mão de obra, é só entrar em contato com Ribamar Viana, João Rodrigues ou Luiz Miró. Sua colaboração é muito bem-vinda.
Em breve, o grupo realizará, junto à Secretaria de Meio Ambiente de Reriutaba, uma reunião com trabalhadores rurais e proprietários de terras para esclarecer sobre o cadastramento de terras junto ao INCRA.

Junte-se a nós! Sua participação é muito importante! Preservar o Planeta é um dever de todos.






sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Prefeitura organiza I Encontro de Estagiários de Reriutaba

                         
Para valorizar o que de Reriutaba tem de melhor – o talento humano –, a Secretaria de Administração e a Prefeitura Municipal de Reriutaba organizaram ontem à noite (11/12), em parceria com o IEL (Instituto Euvaldo Lodi), de Fortaleza, o I Encontro de Estagiários de Reriutaba, no Auditório da Prefeitura.

O Encontro teve como objetivos esclarecer os direitos e deveres dos estagiários, integrá-los e, principalmente, valorizá-los como pessoas e profissionais.

Com esta finalidade, a Secretária de Administração e responsável pela organização do evento, Dra. Nairla Braga, falou sobre a importância de dar aos estagiários a liberdade de seguirem seus caminhos por livre escolha, independente de políticos, uma vez que são formadores de opinião, ideia reforçada, em seguida, pelas palavras da Primeira-dama Gleuvi Taumaturgo, que foi mais longe e afirmou que os estagiários devem levar suas novas ideias para dentro de seus locais de trabalho.

E o discurso do Prefeito Dr. Galeno não foi diferente. Fã da Educação, ele falou que cada pessoa deve “ser independente e, por seus méritos, conquistar o seu espaço”. O Prefeito disse ainda que “estagiário é algo novo em Reriutaba”, o que reforça ainda mais a ideia de que todos são livres para escolher o que acharem melhor para suas vidas.

Representando o IEL estava a Analista de RH, Leila Cristiane, que, após a fala das autoridades, apresentou aos estagiários seus direitos e deveres, esclareceu dúvidas, explicou o que se espera de um estagiário, fez a plateia interagir e só parou de falar quando se certificou de que ninguém sairia dali com dúvidas. Leila, ainda, enalteceu a Prefeitura de Reriutaba pela excelente receptividade para com todos os estagiários e pela bela organização.

Após as formalidades, houve um jantar com música ao vivo e sorteio de brindes. Mas, independente do sorteio, todos os estagiários ganharam um kit-brinde do IEL.


Fizeram-se presentes o Prefeito Dr. Galeno, a Primeira-dama Gleuvi Taumaturgo, o Secretário do Meio Ambiente Assis Junior, a Ex-Secretária de Educação Maria de Jesus, a Secretária de Administração Dra. Nairla Braga, além dos estagiários e outros convidados.

Texto: João Rodrigues
Fotos: Neném Melo











sábado, 7 de novembro de 2015

Geração de antigamente



Faço parte de uma feliz geração
Que nasceu praticamente sem ter nada
Nem mesmo se bebia água gelada
Era água da cacimba ou cacimbão
Quando menino andava nu, de pé no chão
Tomava banho de riacho e cachoeira
No pescoço carregava a baladeira
Pois meu esporte preferido era caçar
E às vezes em que eu saía para pescar
Trazia piaba e cará na enfieira*.

Aprendi fazer meu próprio landuá*
Que papai, com paciência, me ensinou
E agradeço ao meu velho o que hoje sou
Que desde cedo me botou pra trabalhar
E cedinho me fazia se levantar
E mandava eu bater minha enxada
Ia pro roçado, e a labuta era pesada
E ao voltar, à tardezinha, ia jogar bola
E à noitinha ainda ia para a escola
Pois sabia que sem estudo eu ia ser nada.

Na minha época se tinha mais amor
Aos mais velhos se respeitava mais
Outra coisa que aprendi com os meus pais
Foi a sempre respeitar meu professor
Por ser ele do meu futuro o construtor
Sempre o tive em grande relevância
Pois aprendi com ele a importância
De saber expressar uma opinião
Pois o “SABER” nos liberta da prisão
Que nos prende à terrível ignorância.

Hoje, ao olhar a nossa jovem e bela gente
Veja que ela já tem tudo em sua mão
Mas parece que não tem a disposição
Que tinha aquela turma de antigamente
É uma geração muito esquisita, diferente
“Ser ou não ser... tanto faz... tudo é normal”,
U’a geração de amizade virtual
E que não sabe o valor de uma amizade
U’a juventude sem garra, sem vontade...
E que não luta em prol de um ideal.

Mas no dia em que eu morrer, e no céu chegar
E dar de cara com Jesus, meu Salvador
No tribunal, sentar em frente ao meu Senhor
E quando Ele meus pecados for julgar
Vou pedir pro Senhor me condenar
E me mandar para a Terra novamente
Nem que me mande em um corpo diferente
Ao meu Senhor vou dizer: “Aceitarei!
Mas ainda outro pedido a Ti farei:
EU QUERO SER DA GERAÇÃO DE ANTIGAMENTE.”

João Rodrigues


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Adeus, Renato!



O ano não me lembro bem. Talvez 1994 ou 95. Cheguei ao Aterro do Flamengo, de madrugada, para jogar futebol e lá estava uma galera do Riacho – entre eles o Renato. Um garoto ainda. Entrei no segundo tempo. Perdemos aquela partida.
No final do jogo, nos reunimos e decidimos montar um time do Riacho: eu, Renato, Joãozinho do Chichico, Luciano, Moisés, Chaguinha da Luizinha, e completamos a equipe com outros jogadores cearenses. Éramos uma turma de garotos. Eu era o mais velho com uns 22 23 ou anos. O Renato jogava na zaga com o Joãozinho.
Formamos um bom time, e a partir da segunda partida começaram as vitórias. Jogamos mais de 20 partidas e só perdemos duas. Ele era esforçado, assim como todo o time.
Hoje, enquanto escrevo esta crônica, vasculho minhas memórias e vejo um Renato quase menino, correndo, marcando, vibrando com os gols que fazíamos e com os que ele e Joãozinho evitavam. Depois das partidas, uma roda de conversa para matar a saudade de casa. Muita risada. Tudo era divertido. Éramos jovens ainda. Tudo era bom demais.
Na semana seguinte, outro jogo. Logo após o apito final, mais conversa, e depois íamos pra casa felizes, pois sabíamos que nos encontraríamos na próxima partida.
Hoje, vinte anos depois (mais ou menos), o apito final para Renato foi definitivo. Ele não estará mais conosco na próxima partida. O nosso time está desfalcado agora; a morte fez com que ele pendurasse a chuteira para sempre.
Se soubéssemos que iria ser assim, teríamos esticado nossas rodas de conversa; teríamos rido mais; teríamos marcado mais partidas. Mas na vida nunca se sabe quando vai ser o apito final.
Mas valeu, Renato. Você fez sua parte. Perdemos juntos, xingamos juntos, vibramos juntos e vencemos juntos. Porém agora você vai ter que trilhar seu novo caminho sem a nossa companhia, mas não sozinho, pois estaremos aqui, no campo da vida, jogando e torcendo por você.
O jogo para você terminou, mas seu abraço ficará marcado para sempre em nosso coração. Vai com Deus, pois nós ainda continuaremos a jogar até o dia em que ouvirmos o nosso apito final.
Um abração de toda aquela galera do Aterro: João Félix, Luciano, Chaguinha, Joãozinho e mais outros que não lembro mais do nome, mas que fizeram parte daquela equipe vencedora.

Que Deus tenha você na equipe Dele!

Por: João Rodrigues

sábado, 17 de outubro de 2015

Ceru celebra Dia dos Professores ao embalo dos anos 80

 O Dia dos Professores é comemorado no dia 15 de outubro, mas a Escola CERU, de
Riacho das Flores, celebrou ontem, dia 16.

Mesmo sem recursos financeiros, devido à crise que se instalou no país, a Diretora Tamires Cardoso não deixou que o dia passasse em branco. Usando da boa vontade e criatividade, ela encontrou motivações para organizar uma festa para seus professores. Afinal, nada mais justo para quem passa o ano todo trabalhando com os poucos recursos que lhes são dispostos.

A festa aconteceu na própria escola e foi embalada pelo ritmo dos anos 80. Discos (LPs) pendurados no teto lembravam o estilo da época, enquanto um pequeno globo com luzes coloridas dava um ar de boate. Um karaokê foi disponibilizado aos que se arriscavam cantar sua música predileta. O repertório, composto de sucessos nacionais e internacionais, fez com que vários professores e outros funcionários se arriscassem. Depois de os “artistas” soltarem a voz, a “discoteca” começou, e alguns casais dançaram ao som da famosa lambada daquele tempo.
Um jantar também foi servido. Afinal, uma festa, para ser completa, precisa alimentar não só o espírito, mas também o corpo.
Da festa de ontem restaram a ressaca e a certeza de que os grandes momentos podem ser feitos de pequenas ações. 
Parabéns à escola Centro de Educação Rural de Riacho das Flores pelo belo momento.

Texto: João Rodrigues 
Fotos: Facebook de Tamires Cardoso